ECA em concursos Públicos.

     O projeto de lei nº 275/10 de autoria da vereadora Vânia Galvão (PT) prevê a cobrança do ECA (Estatudo da Criança e do Adolescente) em concursos públicos municipais na área de educação.  

   Assim, segundo ela os futuros profissionais de educação terão o real conhecimento do estatuto, o que permitirá a sua aplicação em sala de aula.

   Vejamos o que pensa os estudantes de concursos sobre o assunto. A estudante Renata Quezado,  deu sua opinão:

O que você acha desse projeto de lei que inclui o ECA em concursos públicos?

Renata – Acho interessante poos futuros educadores precisam obter conhecimento dos direitos e deveres daqueles que irão ensinar.

– O estatuto completa 20 anos e muitas coisas não sairam do papel, como os professores poderiam mudar isso?

Renata – Buscando repassar aos alunos o conhecimento sobre o assunto e estimulá-los a cobrar desde cedo que seus direitos sejam respeitados.

– Você acha que o acréscimo dessa lei ao conteúdo programático irá dificultar o egresso desses profissionais da educação?

Renata – Acho que não, será mais um conteúdo a ser assimilado mas pelo mesno é algo de valia e que poderá ser aplicado em sala de aula.

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Consumismo: Compro logo existo!

           Pisca-piscas espalhados pelas casas e lojas, enfeites pendurados nas sacadas indicam que o Natal está chegando e junto a ele o apelo ao consumo. É nessa época de festividades que as pessoas costumam ceder às tentações do comércio para exagerar nas compras.

            O excesso no consumo pode ter surgido com a Revolução Industrial no século XVIII, em que a indústria trouxe o desenvolvimento num modelo de economia liberal. Após a industrialização, criou-se uma mentalidade de que quanto mais se consome mais se tem garantias de bem-estar, de prestígio e de valorização, já que na atualidade as pessoas são avaliadas pelo que possuem e não pelo que são.

            Um fator de forte influência sobre o consumismo  é a propaganda, pois é através dela que nos apaixonamos por produtos que muitas vezes são desnecessários no momento.  A qualquer lugar que as pessoas olham ela está  estampada, seja em lugares estratégicos ao campo de visão, ou em outdoors, amplamente sendo estudados para servir as necessidades de consumo dos humanos.

            Embora o exagero em consumir seja “natural” na sociedade em que vivemos, existem pessoas que sofrem com essa situação são os oneomaníacos, indivíduos com distúrbios no controle dos impulsos com o hábito de comprar o que não precisam, ou seja, os consumidor compulsivo.

           Apesar de ser  quase impossível resistir a esse apelo consumista  podemos aprender a exercer o consumo responsável,  que nada mais é que pensar antes de comprar, fazer diferentes opções de consumo, contribuindo para um desenvolvimento sustentável, cuja base é consumir sem destruir.

            Saiba mais:

Os comportamentos de compra são:

  • Racional: O consumidor sabe o que quer comprar e compara preços. As vezes influencia-se pela promoção e pela publicidade, mas o resultado pode ser o oposto caso se sentir enganado.
  • Impulsivo: O ato de comprar serve para canalizar o estresse, reforçado pelo próprio shopping-center ou supermercado, produzindo uma sensação de prazer imediato.
  • Compulsivo: Para esse tipo de comprador, a necessidade de comprar é comparável à de um viciado em drogas. Para os psiquiatras, trata-se de um sintoma de uma desordem emocional. O consumo se dá como uma forma de compensar um vazio, de sentir-se acompanhado, ainda que seja por um objeto.

Entrevistas:

Publicitário x Consumidora compulsiva .

Enquete:

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Consumismo exagerado

 

     Quase todo mundo conhece alguém que não resiste aos apelos do consumo e faz a alegria dos vendedores.Ter o hábito de comprar o que não precisa e viver com o orçamento estourado pode ser sintoma de um distúrbio no controle dos impulsos chamado oneomania, que atinge as pessoas caracterizadas como compradoras compulsivas.
     Nos dias atuais, em que fazer compras é uma atitude bem vista e até incentivada pela sociedade, a percepção do problema muitas vezes só acontece quando o endividamento já se tornou extremo. Como qualquer dependente, os consumidores compulsivos demoram a admitir o vício e a buscar ajuda.
     O primeiro passo para a cura é reconhecer o problema e abrir mão do ‘controle’ das finanças, que deve ser assumido por um parente ou amigo próximo. Todas as formas de crédito como cheques e cartões de crédito devem ser cortadas. A pessoa deve ter em mãos apenas o dinheiro necessário para o dia.
      Paralelamente ao tratamento psicológico que pode incluir terapia e medicação, é necessária a reeducação financeira do paciente. Tomar consciência do tamanho do rombo é assustador para o devedor, mas ele deve ter coragem para parar e fazer as contas de tudo o que deve e para quem. De posse dessas informações, o melhor a fazer é traçar um plano de pagamento e renegociar com os credores para reduzir os juros cobrados.
A partir de então, qualquer economia, mesmo que pequena, nunca é desprezível. Geralmente dá para cortar ou reduzir uma série de gastos com alimentação, vestuário, tv por assinatura, mensalidade de clube, telefone celular e outras despesas. O importante é por no papel as despesas e definir prioridades, descartando os supérfluos ou, pelo menos, mantendo-os sob controle.
     Após passada a fase mais difícil, de reeducação financeira e pagamento das dívidas, é necessária atenção constante, mas o ex-devedor terá tranqüilidade e auto-confiança para estabelecer uma relação saudável com o dinheiro.

fonte: Credifisco

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